É, meus amigos esquerdistas, vocês estão em boa companhia. Hoje, na Folha de S. Paulo e no Jornal do Brasil, José Sarney (ele mesmo, o Ribamar, o Sir Ney), escreve um artigo intitulado
Réquiem para o neoliberalismo.
Contém elogio à China e, pasmem, uma feroz crítica a George W. Bush. Nunca li coisa igual. Isso é que é visão.
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- Ô, Gil, como é que nós tamo lá na sua cidade?
- Mais ou menos, chefe. Seria bom se o senhor gravasse um vídeo apoiando a campanha. Estão usando um imitador muito fraquinho.
- É no Paraná, né, baixinho? É lá onde tem aquela musiquinha do tum-tum?
- Lá mesmo, chefe.
- Puta jingle de viado, baixinho! Não vô nessa, não. Manda a Dilma.
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No Valentino, encontro um assessor.
– Ê, Briguet, vai dar tum-tum, hein!
Resposta que eu deveria ter dado mas, lento como de costume, só fui pensar no dia seguinte:
– Vai dar tum-tum você sabe onde.
descobri herberto helder esta semana na minha aula de mestrado através do meu professor.
procurando informações sobre ele, vim parar aqui. naquele teu post em que vc saiu de um cine ruim numa tarde de domingo...
adorei :)
abs,
kellycbraz@gmail.com