Eu quero saber tão pouco, quase nada. Eu quero saber, nesses dias tão estranhos e de luas tão distantes, onde estão Adriana Yumi e Eduardo Carbone, aquela dupla de poetas errantes, que perambulavam nos campos verdes de Londrina. Quero saber, também, se a Gabriela ainda faz desenhos psicodélicos para ilustrar O Capital de Marx, se a Isis ainda canta "só a bailarina que não tem" para meninos com crise de identidade e excesso de falta de modéstia. Eu quero saber tão pouco, mas é tanto. Alguém me ajuda?
[Telegrama para zero] Obrigado. Não tenho mais interesse, nem energia, nem talento. Sed fugit interea fugit irreparabile tempus. Ele ri de nós. De nada.