Sempre achei que esse papo de Vila Olímpica fosse uma tremenda putaria. Pois os fatos, como sói acontecer, vieram comprovar minhas suspeitas.
O judoca portuga Pedro Dias é o responsável pela perda de uma das mais esperadas medalhas de ouro do esporte brasileiro em Pequim.
Deu um cacete no brasileiro João Derly, bicampeão mundial da modalidade até 66 quilos. E o eliminou dos jogos.
Motivo? Dor de corno. Ou, como preferiu definir o portuga, “questão de saias”.
A história é simplesmente deliciosa. Os judocas portugueses e brasileiros costumam treinar juntos. Pedro Dias e João Derly eram amigos. O portuga namorava uma garota, provavelmente gostosa. Dias, todo solícito, ofereceu-se para dar um passeio no shopping com a mãe (!) do brasileiro. Derly aproveitou o ensejo para dar um catão na mina do lusitano.
O destino quis que Derly e Dias se cruzassem em Pequim. Disposto a se vingar da “questão de saias”, Dias bateu sem dó no ex-amigo, dentro das regras do tatame. Imaginem o luso, que se define como “um amador”, estudando os golpes e o estilo do brasileiro para derrotar um judoca que lhe é reconhecidamente superior.
E Derly deu adeus ao ouro.
Logo depois, o portuga foi eliminado por um norte-coreano. Ficou em nono lugar.
Pedro Dias é praticamente um herói camoniano. É a antítese do corno manso.
Ah, e atualmente namora uma garota de Maringá.
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Há também o triângulo aquático entre os nadadores Luca Marin (Itália), Federica Pellegrini (Itália) e Laure Manaudou (França). Marin e Federica hoje são noivos. Laure é ex-namorada de Marin. Na internet, já rolaram – e rolam – fotos da francesa nua. Feitas pelo italiano. Essa Vila Olímpica deve ser uma putaria que não acaba.
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Conhecia o trabalho de
Arthur Nestrovski como crítico literário e musical. É um grande especialista em Beethoven. Mas não conhecia suas composições.
Aqui, experimente ouvir “Ainda”. O homem é bom.