Tarde de janeiro.Ano-novo, vida nova.Caminhando eu pensavano passado sem volta,nas coisas que nunca mais.De repente o chão se abriudo nadae fui engolido pela terra.Eu sou aqueleque nunca será achadopelas equipes de resgate.
Publicado em 17 de janeiro de 2007 às 17:52 por briguet
e o poema parece uma profecia apocalíptica, hehehhe
o triste do poema é que ele reflete bem o que deve ter rolado