O bar é elementar;
a moça também o é.
Mas, perfeito, só um bar
que tem nome de mulher.
A mim causa muita pena
quem, no curso desta vida,
nunca foi ao Madalena,
Madalena arrependida.
Com cerveja e sashimi,
o Madá é um boteco
como igual eu nunca vi.
Por isso, ao pôr-do-sol,
quero hoje o repeteco
de uma bem gelada Skol.
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Problema de estudante de Jornalismo: nunca relaxar. Esse tal de jornal ComTexto, da Unopar, é o exemplo mais acabado dessa mulesta. Gostou? Repito: MULESTA.
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Olha, eu pago uma polpuda mensalidade para ter TV a cabo e não precisar ver o Faustão na minha frente. Mas não é que botam o gordo para encher o saco também no canal pago?
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Nossa Senhora. Eu tô cada vez mais liberal nesta vida. Hoje pensei numa sociedade liberal, economicamente evoluída, com pobreza mas sem miséria... Ah, que sonho.
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Torci para Alemanha como se tivesse nascido em Dusserdolf. É assim que escreve? Ou é Dusseldorf? Ah, sei lá. Eu sei que torci pra Alemanha. Tchau, hermanos.
Publicado em 30 de junho de 2006 às 23:17 por briguet
Excelente o soneto. Deu-me até vontade de conhecer o bar, a que, não obstante os poucos metros que o separam da minha casa, eu nunca fui.
Quanto à Alemanha, digo exatamente o mesmo!
E, já que se falou nos germanos, boa notícia: aprendi com a Hellen a falar em alemão: “Não podia ser o Himmler!”. Não vejo a hora de estrear a frase no Barbra.
* Vou de bico à casa do Amorim amanhã.