Repórter das Coisas

Soneto do Madalena

O bar é elementar;
a moça também o é.
Mas, perfeito, só um bar
que tem nome de mulher.

A mim causa muita pena
quem, no curso desta vida,
nunca foi ao Madalena,
Madalena arrependida.

Com cerveja e sashimi,
o Madá é um boteco
como igual eu nunca vi.

Por isso, ao pôr-do-sol,
quero hoje o repeteco
de uma bem gelada Skol.

*****

Problema de estudante de Jornalismo: nunca relaxar. Esse tal de jornal ComTexto, da Unopar, é o exemplo mais acabado dessa mulesta. Gostou? Repito: MULESTA.

*****

Olha, eu pago uma polpuda mensalidade para ter TV a cabo e não precisar ver o Faustão na minha frente. Mas não é que botam o gordo para encher o saco também no canal pago?

*****

Nossa Senhora. Eu tô cada vez mais liberal nesta vida. Hoje pensei numa sociedade liberal, economicamente evoluída, com pobreza mas sem miséria... Ah, que sonho.

*****

Torci para Alemanha como se tivesse nascido em Dusserdolf. É assim que escreve? Ou é Dusseldorf? Ah, sei lá. Eu sei que torci pra Alemanha. Tchau, hermanos.

Publicado em 30 de junho de 2006 às 23:17 por briguet

Comentários

    • Amigo Briguet,

      Excelente o soneto. Deu-me até vontade de conhecer o bar, a que, não obstante os poucos metros que o separam da minha casa, eu nunca fui.

      Quanto à Alemanha, digo exatamente o mesmo!

      E, já que se falou nos germanos, boa notícia: aprendi com a Hellen a falar em alemão: “Não podia ser o Himmler!”. Não vejo a hora de estrear a frase no Barbra.

      * Vou de bico à casa do Amorim amanhã.
    • por Tanga (com a mão tremendo)
    • 01.Jul.2006 às 01:59 - Permalink - Reportar
    Tanga (com a mão tremendo)
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PAULO BRIGUET, SEU CRIADO

Dizem por aí que o autor deste blog é chato, feio e bobo – a exemplo do capitalismo e do judaico-cristianismo que ele defende com unhas, dentes e, acima de tudo, argumentos assaz irrespondíveis (para desconcerto dos oponentes).

Ex-trotskista, ex-ateu, ex-sindicalista, ex-cantor, ex-ex, arrepende-se de (quase) tudo. É amado e odiado na exata proporção de sua obscuridade.

A liberdade de pensamento e expressão aqui encontra guarida. A babaquice, porém, é rejeitada, apagada e excluída, quando não editada. Que os babacas sejam livres em outras freguesias. (Tosquices, ao contrário, são permitidas e até incentivadas.)

Quê? Jornalista? Desconheço, senhor. Alguém aí falou no assunto?

Que o Criador, bendito seja o Seu Nome, abençoe a todos os leitores deste blog. Lembre-se: Paulo Briguet reza por você.

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