Hoje acordei com vontade de dar a partida no meu carrão e vir dirigindo pelas avenidas frias de Londrina até o meu local de trabalho. Isso, porém, é impossível, porque eu não sei dirigir, não tenho carro e sou vagabundo.
Às vezes penso besteira. Ou melhor: quase sempre. Ou melhor ainda: sempre. Qué exemplo? Dou-lhe um, nada exemplar: Que fim levou o Sebastião Lazaroni? Sim, ele, o técnico do Brasil naquele fiasco da Copa de 90. Tenho até medo de procurar no Google. Vai que ele morreu, virou mendigo ou está cotado para assumir o Nacional de Rolândia... Posso ficar com remorso.
Muita gente torceu contra o Brasil naquela Copa. Inclusive eu. Não só porque a Seleção era péssima e o técnico era tosco, mas também porque supostamente uma vitória do Brasil beneficiaria o Collor. Então eleitor do Lula – meu Deus, que vergonha –, eu odiava o Collor.
Agora vem neguinho me dizendo que torce contra o Brasil porque uma vitória da Seleção beneficiaria o Lula. Sai pra lá, passa ontem! Não só me arrependo de não ter torcido para o Brasil em 90 – apesar do Lazarento –, como não vou perder outra Copa por causa de político. Não vou cometer a mesma besteira de 16 anos atrás com o sinal trocado.
Viu só? Às vezes eu não penso besteira! Juuuuuuuuuuu! Marcio! Dialéticos do meu Brasil!
Mas, cá entre nós... e o Lazaroni, que fim levou? Bala, vai que é suuuuua...
Publicado em 19 de junho de 2006 às 10:15 por briguet
Tags:
falta-de-enxada politica eu-adoro-ser-de-direita copa
Informou o plantão esportivo num patrocínio da falta de enxada corporation.