(Acordei, liguei a TV, vi as pesquisas de opinião, lamentei-as e escrevi o seguinte poema. Taí, mestre Tanga; o soneto é inglês, mas a situação é bananística.)
O mensalão não existe:
tudo coisa da imprensa.
E pertence à elite
quem o contrário pensa.
Lula é um cara honesto,
já disse a voz do povo.
E é por isso que, presto,
será eleito de novo.
Dinheiro não houve algum,
corruptos nem de longe.
Marcos Valério e Delúbio
comportaram-se qual monges.
Assim termina a comédia:
com mais quatro anos de merda.
Publicado em 16 de março de 2006 às 08:29 por briguet
acho que ia foder a métrica, né? mas a rima ia ser mais encaixada. se bem que rimar comédia com tragédia é coisa que até os gregos antigos já faziam (hã? hã?). aliás, precisam rimar os penúltimo e último versos?
em resumo: eu não entendo patavina de soneto, mas meter o bedelho na arte alheia é comigo mesmo!