Este soneto vai ser do caralho,
e quem negar é um filho-da-puta.
Nem vem, cuzão, senão eu logo espalho
que a tua irmã é larga e manteúda.
Cada quarteto desta bela porra
é tão perfeito quanto meu cacete.
E eu desejo que se foda e morra
o puto que pensar contrariamente.
Este soneto é sutil como a bronha
que se descasca dentro do banheiro
(e se a mãe vê, meu Deus, oh que vergonha).
Este soneto é pra ser lido nu
como quem trepa na bela rameira
– quem não gostou que vá tomar no cu.
Publicado em 27 de fevereiro de 2006 às 21:44 por briguet