Repórter das Coisas

Momento de consulta às Organizações Mendes da Costa

Desculpem a ignorãssa deste cronista da era analógica, mas, quando a gente vê aqueles números no Tipostats, tipo assim, qual seria a diferença entre hits e visitas? Muito me agradaria se alguma boa alma respondesse de maneira simples e acessível aos meus três neurônios (antes da Quinta Sem-Lei, por favor, pois que o dito folguedo etílico em geral costuma colocá-los fora de combate por um dia).

Ou, colocando em outros termos: qual a diferença entre hitar e visitar o meu brogue?

Muito agradecido.

E mais não digo porque não sabia desde o começo.

Publicado em 23 de fevereiro de 2006 às 18:12 por briguet

Comentários

    • ora, ora, caro Briguet, esta é uma pergunta muito pertinente e, por sorte, muito simples de ser respondida. uma visita é, bem, uma visita; um hit é o número de páginas vizualizadas. o motivo pelo qual o número de hit é sempre maior que o de visitas é que, na média, cada visitante vizualiza mais que um post por vez. considere você que cada vez que se faz um comentário em um post, isso conta um hit, mas mantém-se na mesma visita.

      analogamente — com o ensejo do dia da semana --, poderíamos comparar cada visita com o Bar Brasil e cada hit com a Skol. a cada quinta-feira, você registra uma visita ao Bar, mas diversos hits na Skol. capisce? (essa fui pesquisar, que se eu erro no italiano a Lu tem uma síncope)
    • por guilherme
    • 24.Fev.2006 às 19:30 - Permalink - Reportar
    guilherme
    • Muito agradecido, Mendes da Costa! Sabia que poderia contar com a sua astúcia.
    • por briguet
    • 25.Fev.2006 às 06:13 - Permalink - Reportar
    briguet
    • Finalmente, aguém explicou (ir no vácuo não é pecado).
    • por salome
    • 26.Fev.2006 às 18:01 - Permalink - Reportar
    salome
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PAULO BRIGUET, SEU CRIADO

Dizem por aí que o autor deste blog é chato, feio e bobo – a exemplo do capitalismo e do judaico-cristianismo que ele defende com unhas, dentes e, acima de tudo, argumentos assaz irrespondíveis (para desconcerto dos oponentes).

Ex-trotskista, ex-ateu, ex-sindicalista, ex-cantor, ex-ex, arrepende-se de (quase) tudo. É amado e odiado na exata proporção de sua obscuridade.

A liberdade de pensamento e expressão aqui encontra guarida. A babaquice, porém, é rejeitada, apagada e excluída, quando não editada. Que os babacas sejam livres em outras freguesias. (Tosquices, ao contrário, são permitidas e até incentivadas.)

Quê? Jornalista? Desconheço, senhor. Alguém aí falou no assunto?

Que o Criador, bendito seja o Seu Nome, abençoe a todos os leitores deste blog. Lembre-se: Paulo Briguet reza por você.

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