Não sou do ramo de viver. Não consigo nem diminuir a resolução de u'a maldita foto para publicar aqui no Tipos. Vou trupicando feito Dayane ao sabor do vento – jamais contra ele; não sou Caetano Veloso; e uso lenço; aliás, dois – sem encontrar sentido algum, a não ser o medo, a solidão e o amor. Mas não sei o que venham a ser o medo, a solidão e o amor; apenas tenho uma vaga noção – irracional, emo, infantil, idiossincrática.
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Para quem quiser saber um pouco mais, ou um pouco menos, tem esta peça aí que escrevi a pedido do ator Paulo Braz, levemente inspirada no romance “O Barão nas Árvores”, de Ítalo Calvino. O nome da peça? “Nas Alturas”. É a história de um cara que resolve subir nas árvores para nunca mais descer. Está em cartaz de 12 a 20 de dezembro, sempre às 21 horas, na Casa de Cultura da UEL (Rua Mato Grosso, 537, aqui no Sertão). Ingresso custa cinco lascas. Estudantada e aposentados pagam meia – R$ 2,50!
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Espero que vocês perdoem o texto e curtam a interpretação de Paulo Braz; a direção de Luiz Bertipaglia; a cenografia do mestre Amilton e de Paula Dalberto; a música de Janete El Haouli.
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Taí o recado: Nas Alturas. Agora, se me dão licença, vou lá para Cantina do Nonóca (assim com acento mesmo; e é o único bar do mundo que tem bingo). Além de tudo estou de férias. Decerto, não sou do ramo de viver. Os que forem brasileiros me sigam.
Publicado em 11 de dezembro de 2005 às 11:53 por briguet
a paulinha é linda!!!