Minha Vó Maria morreu,
e eu já não sou mais eu.
Morreu com dor minha vó,
e agora eu sou eu só.
Maria, morreu Maria.
Mais nenhuma morreria
com aquele tipo de olhar
que por toda a minha vida
seguirá a me espreitar.
Minha vó morreu tão doce
quanto mil quilos de açúcar.
Mas, impossível que fosse,
minha prece mais ouvida
é que não morresse nunca.
Publicado em 20 de agosto de 2005 às 12:57 por briguet