– O que a prefeitura está fazendo para resolver o problema?
– Nada. Estamos enrolando.
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– O que o sr. tem a dizer sobre as acusações de desvios de recursos?
– Nada. Eu roubei mesmo.
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– Como o sr. pretende armar o time?
– Pretendo armá-lo para ganhar o jogo. O empate seria pouco interessante. A derrota, menos ainda.
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– O sr. aceita essa senhora como legítima esposa?
– Não. Mas toca o barco, seo padre, que o pessoal tá esperando a festa.
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– Dá uma passadinha lá em casa pra tomar um café.
– Não. Você é chato e seu café é horrível.
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– Tudo bem?
– Não. Mas não me pergunte por quê.
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– Você gosta de poesia?
– Seu nome é Carlos Nejar?
– Não.
– Então, eu não gosto.
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– Gás da Ultragás?
– Não. Gás mostarda.
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– Bom-dia, o sr. já levou seu prêmio?
– Não. O Nobel não saiu ainda.
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– O sr. conhece o Mário?
– Esse em que você está pensando, não. Só o outro Mário.
– Que Mário?
– Aquele que te comeu atrás do armário.
Publicado em 15 de março de 2005 às 16:06 por briguet