Repórter das Coisas

Tristeza não tem fim

Agora à noite, antes de ir para a Quarta Janaína, revirei os CDs e achei mais três preciosidades. Pela ordem, pela ordem.

1. Coral Sercomtel. Pra quem não é daqui, Sercomtel é a companhia telefônica de Londrina. Tem Cio da Terra, Tiro ao Álvaro e Vira, Virou (esta, do Kleytonkledir - sempre achei que eles fossem uma só pessoa).
2. Oswaldinho do Acordeon. Comprei porque tinha que escrever um texto sobre o cara. E falando bem. É um bom instrumentista, mas... O problema é esse mas.
3. Cazuza - Homenagem. Sandra de Sá, Barão Vermelho, Calcanhoto, todos alegres e felizes cantando as músicas do “Caju para os íntimos”. É o capeeeeta!

Agora, como diz o taxista Júlio, “tranqüilo e calvo”! Vou reproduzir as preciosidades que o Preto enviou em forma de comentário. Veja o que o meu amigo tem na casa dele:

Cuchi Cuchi (Charo & Salsoul Ochestra)
Vamp Internacional
Chá Dançante (Valdir Calmon e seu conjunto)
Rock in Rio Festival Internacional (este é muito ruim)
Hear'n'Aid (tipo um Live Aid do heavy metal)
Ora pro Nobis (Baby Consuelo)
Burguesia (Cazuza)
Bilu Tetéia (Mauro Celso - compacto)
Nordeste Já (Chega de Mágoa - compacto)
Nikka Costa (compacto)
Menina (Claudio Cavalcanti - compacto)
Antonio Carlos & Jocafi (compacto)

Desculpe o grito, mas O HOMEM É UM HOOLIGAN!

Publicado em 12 de janeiro de 2005 às 21:58 por briguet

Comentários

    • claudio cavalcanti é o ator? diz que ele virou vereador no rio de janeiro. não sabia que cantava também. que sujeito multibucetado. eu sempre sonhei com o dia em que eu trocaria multifacetado por multibucetado. esse dia chegou e tinha de ser aqui no seu blogo. desculpe. mas eu não resisti. hohoho.
    • por zero
    • 13.Jan.2005 às 00:18 - Permalink - Reportar
    zero
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PAULO BRIGUET, SEU CRIADO

Dizem por aí que o autor deste blog é chato, feio e bobo – a exemplo do capitalismo e do judaico-cristianismo que ele defende com unhas, dentes e, acima de tudo, argumentos assaz irrespondíveis (para desconcerto dos oponentes).

Ex-trotskista, ex-ateu, ex-sindicalista, ex-cantor, ex-ex, arrepende-se de (quase) tudo. É amado e odiado na exata proporção de sua obscuridade.

A liberdade de pensamento e expressão aqui encontra guarida. A babaquice, porém, é rejeitada, apagada e excluída, quando não editada. Que os babacas sejam livres em outras freguesias. (Tosquices, ao contrário, são permitidas e até incentivadas.)

Quê? Jornalista? Desconheço, senhor. Alguém aí falou no assunto?

Que o Criador, bendito seja o Seu Nome, abençoe a todos os leitores deste blog. Lembre-se: Paulo Briguet reza por você.

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