Havia um palco. No meio do palco, um cano, que ia do teto ao chão. Pendurada ao cano, uma mulher, a dama da noite, fazendo strip-tease. Não me recordo perfeitamente de seus traços, mas sei que era uma mulher bonita, ou melhor, uma mulher que parecia ter sido bonita algum tempo antes. Muito vagamente me lembro que estou numa boate aqui na Zona Sul. Eu bebi demais, e não consigo me lembrar sequer qual era o nome daquela mulher – a flor da noite na boate azul.
Parece letra de música sertaneja, mas não é. É apenas uma
crônica.
Agora fiquei com esta música dos infernos na cabeça.
Humpf!