O vento é de Deus, o caos é do homem.
Vivemos na arrebentação.
Uma hora a mais, uma hora a menos,
é o que menos importa.
Importa que o vento é de Deus
e o caos é do homem.
O vento é de Deus, o caos é do homem.
No instante em que levamos a facada,
a história do mundo é irrelevante.
Relevante é que o vento é de Deus
e o caos é do homem.
O vento é de Deus, o caos é do homem.
Do sorriso frio da garota que amamos,
e que não nos amou, nada restará.
Restará apenas que o caos é do homem.
E amamos o vento, sobre todas as coisas.
Publicado em 05 de novembro de 2004 às 18:39 por briguet