Repórter das Coisas

Notas de uma Sexta Neosaldina



Perdi, há alguns minutos, a chance de entrevistar Francisco Cuoco. Liguei e ele não estava em casa; eu tinha que fechar a matéria, foi sem entrevista mesmo.
Ouvi a voz do Cuoco na secretária eletrônica: “Isto é uma gravação...”
Mas só o fato de desenterrar as novelas “O Astro” e “Os Gigantes” já foi legal.



Estou gostando dessa história de trabalhar aqui na sede da TV Coroados. Mas não sei se o meu fígado vai agüentar a vizinhança do dr. Marcelo Rocha. É Drury’s, camarada.




Tive uma idéia para post, mas resolvi deixar para depois da eleição. Tudo é depois da eleição. Humpf.



Ontem escrevi um perfil do Mário Bortolotto. O texto ficou assim-assim, mas o título é legal: “Você conhece o Mário?”



Domingo, tem uma crônica em que eu falo do Dia do Livro. Jornalismo é bom para a gente fazer coisas imperfeitas. Ou até bobas. Mas – fazer.



Por que em toda Sexta Neosaldina tem que aparecer um cara com furadeira na Redação e um alarme de carro tem que disparar durante duas horas seguidas? Assim eu não vou lá e não desenvolvo!

Publicado em 29 de outubro de 2004 às 16:45 por briguet

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(Milton Friedman with lasers)

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