Também gostava muito do Clube da Esquina e da Josi campos, não necessariamente nessa ordem. Clube da Esquina já foi palco de várias bebedeiras minhas, de brigas que deveriam ser esquecidas e de breves romances. Hoje o bar está sendo demolido e está ocupando o mesmo lugar onde hoje estão o Café Sete, o Castelinho, o Alaska, o Camaleão, o Havengar, o Route 66, o The Doors, e muitos outros: a lembrança.
A Playboy que eu tinha com a Josi Campos na capa deve estar num sebo da cidade ou na mão de um adolescente. Espetáculo de mulher.
Posso comparar o restaurante do início da sua crônica com o seu blog.
Há algum tempo não pisava por aqui.
Apesar de bom, me entristece. Não que ele me lembre casos tristes, ao contrário são lembranças felizes, mas que me deixam triste porque não passam de lembranças, são casos que não mais acontecerão.
Seu comentário no meu blog, o “exagero de amigo” na comparação com a Zélia me deixou muito feliz.
Apareça sempre.
E, não se preocupe, você não é um fantasma.
Abraço.
Ei, Briguet, só você consegue escrever assim sobre essas coisas. Pois não foi justamente no Clube da Esquina que te conheci, num encontro preparado pra nós, calouros, em 93? Ou teria sido um ou dois dias antes no Jota (esse, sim, o primeiro bar que eu fui em Londrina)? A certeza é de que teve violão naquela noite. Foi quando ouvi (e cantamos) Concheta pela primeira vez e comecei a descobrir que havia coisas no mundo bem mais interessantes do que as coisas de Birigui. 15 anos pra você, 11 anos pra mim, e Londrina continua a ser uma boa, uma agradável lembrança. Talvez quisesse estar aí. Talvez quisesse estar aí apenas entre 93 e o comecinho de 97, que me trouxe pra essas bandas de cá. Talvez.
A Playboy que eu tinha com a Josi Campos na capa deve estar num sebo da cidade ou na mão de um adolescente. Espetáculo de mulher.