Desculpe,
Lúcio Flávio, ó rei dos trocadilhos, mais lá vai:
Com amígdalas assim, eu não preciso de inimigos.
Leia a
crônica sobre a amigdalite que eu achava ser gripe.
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Estão construindo uma guarita nova aqui no meu prédio. Tudo para espantar os ladrões. A única coisa de valor mesmo que um ladrão me roubou foi um CD da Ella Fitzgerald cantando músicas do Gershwin. E um lenço azul. Ouvi dizer que você também usa lenço,
Vidal.
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Os pedreiros começaram a dar umas marretadas, um tanto ritmadas, e o resultado sonoro me lembrou o começo de uma música do Radiohead (só tenho um disco, e acho bom). Por falar no assunto, nesses meus dias de recluso amigdalítico, vi um clip dos Strokes e... gostei! Devo ter ouvido alguma coisa deles na Terça Tilt mas não soube identificar. Um cara maldoso diria que foi efeito da amigdalite, mas não foi, não. Não consta que eu tenha passado a gostar da Ivete Sangalo ou do Skank só por estar doente. Solução para Ivete Sangalo na TV: tecla MUTE. Solução para Skank: tecla POWER.
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Detalhe: os Strokes usam All Star. Essas coisas ainda me impressionam. Sou um impressionável. Além de impressionista, diria um crítico literário.
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E, se você chegou até aqui, desculpe a insistência, mas vale a pena ler a
crônica das amígdalas. Acho que ficou até legal. Se você já foi, mil desculpas.
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Aquela idéia? Só por telefone.
A idéia... eu sei, eu sei.. lálálálááááá...
Pode sair para almoçar. Tô pertinho da sua residência, fio?!?