Meu Deus, meu Deus, meu Deus.
Hoje fiz uma das coisas que mais gosto de fazer: almoçar com
Janaína Ávila. Ela me falou de Curitiba, de quanta gente legal encontrou aí, da calorosa recepção no James, da conversa que teve com Rosângela, minha amada.
Pode parecer mentira, mas a Janaína consegue ser ainda mais agradável pessoalmente do que no seu blog (é claro que sou leitor contumaz do “Mundo Sonoro”).
Amiga dia e noite; coração do tamanho do mundo; diretora honorária da Quinta Sem-Lei; a feiticeira que faz indies e bachianos irem à Noite Latina; uma grande competência profissional, daquelas que fazem o editor considerar-se desnecessário.
Ninguém pode ficar feliz com a notícia de que não vai mais trabalhar com Janaína Ávila. Muito menos eu.
E o Aurélio Albano? O que eu vou falar sobre um dos caras que mais me ajudaram na vida profissional?
Hoje a coisa está bem difícil.