Antes de mesmo de nascer, eu já estava perdido no bosque interminável dos símbolos. Por isso, não me falem da vida real; a verdade nada importa. Pretendo fugir da verdade como um desertor foge da corte marcial.
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Só conheço uma lucidez: o espanto da minha ignorância. Dizem que a ignorância é atrevida. No meu caso, não: ela tem medo.
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E chega de viadagem, que hoje é Quinta Sem-Lei. Té mais tarde.
Publicado em 29 de julho de 2004 às 15:13 por briguet