A crônica desta semana é um manuscrito das possibilidades amorosas. Leia aqui. (Buahahahaha, vocês nunca vão entender por que eu escrevo em um site de advocacia!)
Publicado em 10 de junho de 2004 às 21:37 por briguet
às 23h04 eu tenho uma pausa.
coloco um pouco de café na minha caneca que ganhei da D. Margareth que faz apologia a ela mesma (à mãe, não à caneca!): J´aime ma Maman!
Minha pausa, (ah, se você soubesse quantos textos eu tenho sujado de café com competência incomparável nas últimas 500 horas!) são cerca de 7 minutos para entrar no Tipos e ler e-mails. às 23h04 jazia sobre o meu colo as 200 crônicas do Rubem Braga (que não as melhores nem de longe) na página 334.
Minha tarefa?
Destrinchar os versos da crônica-poesia “A Mulher Esperando o Homem” tentando compôr que mulher nosso cronista tentou representar. Tenho feito isso com muitos deles. E não consegui, a despeito de poucas coisas do Lima Barreto, encontrar nenhuma imagem feminina plena na escritura dos homens cronistas brasileiros, até chegar aqui.
A crônica está viva!
A mulher respira e além de profissão, tem estado de espiríto aos olhos masculinos. Tão difícil de encontrar vida inteligente dentro de um corpo de mulher sob o ponto de vista masculino.
Me aliviou muito esta pausa, de verdade!
Obrigada.
Oi, Paulo. Pediste ontem para eu ler sua crônica, inquestionavelmente bela. Talvez o inquietude do homem esteja sempre no “poderia”, em vez de “decidi que não”. E vc tem razão. A qsl é ótima, mas é tão pouco para tudo...Um grande abraço.