“Alô. QSL, QSL.”
(Código secreto do sistema de rádio-táxi em Londrina)
“Filha minha não vai na Quinta Sem-Lei.”
(Osmar Asmo, vice-presidente da Associação de Pais e Mestres dubrasil)
“Requião tem razão: QSL é máfia.”
(Outdoor assinado pela ala jovem da base governista)
“Vou chegar dando porrada.”
(O governador)
“Vem que tem.”
(Mara, a nossa governadora)
“Posso trazer mais uma, pessoal?”
(Inês, a melhor garçonete dubrasil)
“Truxxxgheutyno 36.”
(Smash, ao tentar dizer o próprio endereço.)
“Meu Deus, me lembra de comprar Neosaldina.”
(Paulo Briguet)
“Vamos acabar com ela?”
(Moraes)
“Com a Neosaldina?!”
(Briguet)
“Não, com a QSL!”
(Moraes)
“Humpf.”
(Briguet)
“Alô, comandante. Está confirmado: se eles cantarem o Hino com letra em castelhano, vai todo mundo em cana.”
(Arquivos do SNI pós-Golbery)
“A gente podia usar o cenário do Bar Brasil pra refilmar aquela cena da festa em "Terra em Transe", manja? A Isabella substituiria a Danuza Leão...(urros esparsos e barulho de copos)”
(Grota)
“A QSL consiste na expressão cabal de uma juventude não-ideológica em aliança lúdico-etílica com profissionais desiludidos que não acataram os pressupostos da maturidade e se sentem desterritorializados nesta passagem de século marcada pela fragmentação do eu.”
(J.J. de Jacutinga, antropólogo relativista-estruturalista)
“E a mamãe, tá boa?”
(Jornalista Marcelo Rocha, presidente das Organizações QSL)
Publicado em 29 de abril de 2004 às 17:31 por briguet
(Deise Warken, advogada invejosa que participa esporadicamente da QSL)