Domingo, latifúndio improdutivo.
Todas tardes de domingo,
as de antes e as de sempre,
dormem como dinossauros.
Domingo, dromedário em letargia.
O que somos no domingo,
senão sombras ruminantes,
bois sonhando aos elementos?
Publicado em 18 de abril de 2004 às 15:33 por briguet