Ouvir rock (por mais de dez minutos).
Ir a shows.
Duas noites de festa seguidas.
Experimentar cerveja nova.
Encarar o pique da Karla Matida ou da Janaína Ávila.
Emendar programas vespertinos e noturnos.
Tequila.
Macacão.
Cabelo comprido.
Broche com mensagem.
Sindicalismo.
Costeleta.
Pôster da Janis Joplin.
Trabalhar de ressaca.
Fingir que sei o que não sei.
Passar um dia sem Bach.
Dizer que gostei do que não gostei só para me sentir mais à vontade.
Molho branco.
Pizza de catupiry.
X-bacon.
Feijoada.
Salvador Dalí.
Poesia concreta.
Debater questões de grande interesse para a sociedade.
Discutir política.
Interpretar sonhos.
Explicar por que admiro o Paulo Francis.
Entrar em polêmicas no Tipos.
Garçons lentos ou surdos.
Acreditar na revolução.
Administrar vaidades.
Falar mal de alguém.
Os filmes do Godard.
Comentar futebol (por mais de dez minutos).
Ler o caderno “Mais!” da Folha de S. Paulo.
Aprender a dirigir.
Aprender a assobiar.
Falar inglês.
Levantar bem disposto sem ler um trecho da Bíblia.
Odiar os Estados Unidos.
Dizer que o papa não é um grande homem.
Responder a comentários desabonadores.
(Esse post foi inspirado por minhas jovens amigas Karla Matida e Patrícia Moreli.)
Publicado em 06 de outubro de 2003 às 12:24 por briguet