A amiga Janaína telefona e diz que sonhou comigo. O cenário do sonho era uma colônia de férias. De repente, eu inventava uma expressão, da qual ela não se lembra bem. Era algo assim como AVALANCHE DE...
O fato – quero dizer, o sonho – é que todos riam às gargalhadas quando eu dizia a tal expressão. AVALANCHE DE... provocava uma avalanche de risadas. Pelo menos, no sonho da Janaína.
O final do sonho foi apoteótico. Um grupo de dançarinos improvisou um espetáculo cênico-musical. O texto-base – claro – era AVALANCHE DE...
Conta Janaína que a platéia veio abaixo. Ninguém conseguia parar de rir.
Isso me lembrou de um episódio ocorrido numa colônia de férias há exatos 25 anos. Um quarto de século atrás, eu participei do meu primeiro e último concurso de dança. (Observação: o ritmo de 1978 era a discoteca. E John Travolta não tinha barriga.)
Lamentavelmente, fiquei em segundo lugar no tal concurso. O campeão foi um garoto de 3 anos que não dançava nada. Eu lembro de ter chorado muito pela injustiça da escolha – e nunca mais dancei (sóbrio).
AVALANCHE DE... é a revanche da minha curta carreira de dançarino.
Amanhã, na Quinta Sem-Lei, me aguardem. Janaína dará mais detalhes sobre a AVALANCHE DE...
Estou contente. Ao menos em sonho, eu fiz alguém dar risada.