Repórter das Coisas

QSL

Senhoras e senhores, rapazes e moças, jovens e velhos, amigos e conhecidos, mulheres de todas as partes, vagabundos, salafrários, sem-vergonha: vamos todos para a proverbial Quinta Sem-Lei!

Mas antes, se tiverem um tempinho, leiam a nova Carta de Londrina. Na crônica desta semana, eu apresento uma personagem que acabo de inventar.

A gente se vê no Bar Brasil, balcão norte. Em caso de emergência, gritem “Inês!”.

Só que hoje vou pegar leve. Tenho motivos.

Publicado em 12 de junho de 2003 às 20:36 por briguet

Comentários

  1. Livia
    • qual palavra Alice eh pra vc?
    • por mari
    • 13.Jun.2003 às 01:12 - Permalink - Reportar
    mari
  2. canetti
    • Clap, clap, clap!!!
      Quando você me falou da crônica desta semana não imaginei que era tão bela!!!

      Até eu gostaria de ser esta Alice. Acho que qualquer mulher ficaria feliz em ser tão idealizada assim pelo poeta, mesmo que Alice não exista e que vc teime em dizer que não faz poesia!

      Bravo! Bravíssimo! Esta se tornou uma das minhas favoritas, só para vc saber, junto com 11 telefonemas (pq será?) e com as outras que citei na QSL.

      Briguet, não pare jamais de escrever, mesmo que vc ache que são apenas bobagens, porquê, tenha certeza, não o são nem nunca serão.
      Que vc continue sempre encontrando inspiração em tudo...
    • por fernanda
    • 14.Jun.2003 às 01:35 - Permalink - Reportar
    fernanda
    • Quer ver Alice?
      Eu a vi. Corpo e alma.
    • por mulher
    • 18.Jun.2003 às 14:03 - Permalink - Reportar
    mulher
Deixe um comentário

Seu e-mail não será publicado

captcha

Digite os caracteres da figura acima. Temos que fazer isso para evitar spam.

PAULO BRIGUET, SEU CRIADO

Dizem por aí que o autor deste blog é chato, feio e bobo – a exemplo do capitalismo e do judaico-cristianismo que ele defende com unhas, dentes e, acima de tudo, argumentos assaz irrespondíveis (para desconcerto dos oponentes).

Ex-trotskista, ex-ateu, ex-sindicalista, ex-cantor, ex-ex, arrepende-se de (quase) tudo. É amado e odiado na exata proporção de sua obscuridade.

A liberdade de pensamento e expressão aqui encontra guarida. A babaquice, porém, é rejeitada, apagada e excluída, quando não editada. Que os babacas sejam livres em outras freguesias. (Tosquices, ao contrário, são permitidas e até incentivadas.)

Quê? Jornalista? Desconheço, senhor. Alguém aí falou no assunto?

Que o Criador, bendito seja o Seu Nome, abençoe a todos os leitores deste blog. Lembre-se: Paulo Briguet reza por você.

Ainda não é cadastrado? Cadastre-se agora!